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| Ano: IV Edição: Mensal N°: LXIX Mês: Dezembro de 2009. | ||||||
| Informativo Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia | ||||||
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Palavra
do Vicárius:
Igreja Anglicana uma morada de Deus
Amados
irmãos diletíssimos de Deus Pai venho em nome da Arquidiocese
Thomas Cranmer vos
anunciar a Boa Nova. (Cf. Lc 4,18) Jesus o Filho de Deus Vivo
está Vivo e
continua a amar seus filhos como nos primórdios antes do pecado
adâmico. Sim,
Deus vós ama, ama muito e não se esqueceu de seu povo que
vive neste vale de
lágrimas em busca a Salvação para todos os seus
amados. Este amor de
misericórdia que inicia aqui e termina na Eternidade em
união com todos os
nossos queridos estimados ancestrais. (Cf.
Is.
49,1-6). Depois
de muitos temporais que se passa e passou em nossas vidas sempre vem o
sol a brilhar
das trevas geradas pela degradação humana de todos os
tempos e idades. Não foi
só o pecado de Adão e Eva que nos condenou ao sofrimento,
mas uma sucessão de
pecados, e de perseguições aos irmãos que
agravaram a situação de sofrimento do
Mundo atual. Alguns de nossos irmãos olvidam de Deus para
abrir-se às ilusões
do mundo material, da cobiça e do ódio do querer
material, tudo não passa de
cifras. A
história se repete, os ciúmes e a inveja de Cai e Abel (Gênesis 4;3, 4)
segue pelas vielas das fraquezas do ser humano, que não deseja o
pecado, mas
por falta de luz, contemplação, mística acaba por
cair em tentação e por fim,
realizar todo o tipo de mal a humanidade. Deus
não faz acepção de pessoas, Jesus Cristo em sua
jornada carnal pelo Mundo
jamais condenou ou discriminou pessoas. Não mandou matar,
não mandou queimar
fogueiras, não mandou torturar, não mandou caluniar e
muito menos dar
excomunhões. Deus
é amor, misericórdia e compaixão quem assim
não age deixa de assemelhar-se com
Deus e passa a revelar-se contra Deus. Quem
não ama jamais poderá sentir o amor de Deus. Muito menos
pregar ou agir O
um dos maiores mandamentos que resume de toda a experiência de
fé e está
próprio Evangelho se resume no perdão de nossos inimigos.
Assim, como fez o
Filho de Deus no Alto da Cruz numa súplica profunda “perdoai por
que não sabem
o fazem” (Lc 23,34). Este
é o sal que deve temperar nossos corações. O
perdão!!! O amor!!! A
misericórdia!!! Como
pode uma Religião exortar os Governantes e Políticos
deste Mundo, com “pedido
de paz as Nações”. Se muitas das Religiões que se
dizem verdadeiras devoram-se
a cada dia na “guerra fria” entre si e com as demais Religiões. Tal
fato transforma a Religião em uma ideologia a ser seguida como
um simples time
de futebol que seus torcedores chegam a matar seus adversários
nos em plenos jogos
como já se tem visto. O que sobra para mundo leigo descrente de
tudo? Aqui
entra a árdua missão do Cristão, mormente dos
chefes Religiosos serem luz do
Mundo como menciona o Evangelho (Mt.5,13-16). Os lideres Religiosos devem morrer para mundo,
morrer para
si, para renascer em Cristo para com auxilio da graça multiforme
transformar
este mundo em pântanos e tristezas de alegrias e flores. Sim,
é no pântano que
nascem as mais belas flores, como o lótus e delas exalam um
perfume único. Que
para nossos irmãos Monges Budistas é símbolo de
luz e perfeição.
Morrer
para o Mundo da cobiça e do poder o cristão também
deve renascer pelas águas do
batismo e lavados pelo Sangue do Cordeiro para buscar a
salvação de muitos. Assim,
os lideres Religiosos como o povo cristão devem resgatar o bem,
para todos os
crentes. Devem aceitar nossos irmãos mesmo que tenha outras
crenças, mas que
ele possa sentir o amor e misericórdia de nosso Deus que deve
ser o maior, se
assim desejamos que Nosso Deus realmente seja verdadeiro, pois Ele
é livre e
sopra seu Espírito onde quer (Cf. At 4,12; Jô 3.8). E
não precisamos formar
Dogmas de Sua Excelsa capacidade, onisciência, potência,...
E ninguém tem sua propriedade
particular de uso. Bonito um Deus Universal preso a apenas a uma
Religião das
quais muitos Doutores Teólogos não sabem nem o que
é ter Fé.
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