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& Comentários:
Dom Gabriel de São
Sebastião osc
Abuso
do Sacramento
da Confissão
1=
Todo o Padre deve administrar o sacramento da confissão dentro
da jurisdição que lhe é dada pelo ordinário
local. Porém, os cristãos não devem abusar do
sacramento da confissão.
Comentário:
Muitos cristãos praticantes vulgarmente apelidados de “beatos”
abusam do sacramento da confissão ao procurar o pároco
todas as semanas para confessar o mesmos pecados. Em primeiro lugar a
confissão é um ato de arrependimento de um pecado.
Logo, se realmente o cristão esta arrependido não deve
pecar mais, o padre vê tal cristão e diz com seus
botões
–“já sei teus pecados é aquela velha lista”!
O que não pode acontecer é criar um circulo vicioso e
“pecar, confessar, pecar, confessar” isto é um abuso do
sacramento da confissão, pois o mesmo não é uma
brincadeira de criança e sim, um mistério sagrado que
prepara o fiel a comungar o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo o Filho
do Deus Vivo. O Sacramento da Eucaristia não é
“aspirina da Bayer” para livrar da dor de cabeça, pela
falta de tal consciência das ações, mas que
pratica como, por exemplo, falar mal do próprio sacerdote que
a confessa. Imagine um piloto de avião mata 500 passageiros e
se salva e depois pede desculpa aos familiares, “eu errei me
perdoe” e depois derruba outro avião e se salva e assim por
diante.
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Voto
ou promessa de castidade
2=
Até a atualidade a Igreja Católica Romana não
liberou Padres ou Religiosos se casarem, namorarem e etc.
Comentário:
Nós não temos nada em contra a tais modalidade,
porém
se não é permitido casar, namorar e etc. Cabe a Igreja
tomar providências, ou ela libera ou suspende tais Padres.
Agora ficar escondendo não dá mais, pois em alguns
casos quando se torna publico torna-se uma grande vergonha para
nós
Católicos.
Os Monges
por uma ética não denunciam tais Padres ou Religiosos,
por isso não adianta escrever ou falar para nós como
tal, porém cabe ao povo exortar primeiro aos Sacerdotes
envolvidos por tais delitos para que se corrijam, e se estes não
desejam corrigir-se denuncie ao Bispo daqueles Sacerdotes. A fim de
as autoridades competentes tomarem providências. Tais
denunciantes que assumam a responsabilidade do que está a
falar ou escrever sobre tais Padres. Caso o Bispo não tome
atitudes dê conhecimento ao Núncio Apostólico que
geralmente não responde, mas arquivará e a seu tempo
tomará alguma atitude.
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Papa
o eleito pelo Espírito Santo
3=
Todo o Católico Romano que não aceitar que o Papa
é
eleito pelo Espírito Santo para governar a Igreja
Católica
Apostólica Romana está automaticamente fora dela.
Comentário:
Todo o cristão que nega a eleição do Sumo
Pontífice pelo Espírito Santo a tal ponto de afirmar
que é anticristo automaticamente esta fora da Igreja. Não
se trata de um poder absoluto, mas coerência. Por exemplo: O
empregado que não está satisfeito com seu padrão
procure outro emprego, ou pelo menos se enquadre nas diretrizes e
determinações e não fale mal pelas costas.
Diga-se de passagem, uma das maiores maldades humanas é falar
de outrem às escondidas, isto não é nada
religioso e nem ético para os que afirmam lutar pela
justiça
e que se dizem honrar a verdade e buscar a liberdade para os
oprimidos.
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A
Santidade dos Padres não esta nas batinas
4=
A santidade dos Padres não esta no uso ou não da
batina. Um Padre pode ser santa alma de Deus sem usar a batina, mas
ao mesmo tempo em que poder ser santo deve usar a batina.
Comentário:
O uso da batina é mais um distintivo para a
identificação
do Padre pelo povo, assim, por exemplo: Um guarda que é
reconhecido nos logradouros pelo uso de sua farda e não pelo
seu trabalho realizado como policial, por melhor que o desempenhe
suas funções poucas pessoas saberão que um
cidadão sem farda é policial.
De moda
análoga acontece com o Padre que não usa batina, quem
saberá quem é ele?
A batina
não faz um sacerdote santo, mas o identifica e a sociedade
cobra deste padre atitudes responsáveis como um sacerdote da
Igreja Romana, dar testemunho da caridade, do amor de Deus entre os
homens e isto significa não discriminar os Irmãos no
sacerdócio, em primeiro lugar, nem andar falando mal deles,
não deve bebericar em botecos e clubes com homens do mundo
leigo e sua vida deve ser coerente com tudo o que se espera dele em
termos de virtudes.
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Acidente
Vôo 3054 da TAM
5=Mais
um acidente, para a vergonha da era dos humanos que tudo sabem, tudo
vêm, tudo falam, mas que nada fazem.
Comentário:
Desde muito cedo na vida, vemos, ouvimos e sentimos a
repetição
de erros, mais erros humanos a cada momento, como se a vida humana
fosse um brinquedo. Como aquela criança que pega um martelo na
mão e diz: “Mãe eu sou um deus” - “Porque meu
querido filho. Deus é autor da vida e da morte” – “Sim,
mãe sou um deus tenho o poder em minhas mãos de matar
ou não esta formiga. Vejo aquela e digo: vive, vejo a outra
formiga e digo que esta morra. Bato com o martelo sobre ela e fim.
“sou um deus”.
Assim,
são os seres humanos dotados do poder de um deus, dizem: -
Este viverá. Para o outro a morte! Este poder vem do
consumismo, arma desenfreada da destruição de toda a
humanidade ela é a responsável se não por todos
os males do próprio homem. O consumismo visa o consumo de
todos e de tudo para dar lucros alguns tirando partido de outros.
Por
exemplo, ao passar na auto estradas vemos postes da rede
elétrica de certos lugares tão inclinados vários
graus da
linha reta que não se sabe se não são uma
réplica da Torre de Pisa! Ao contemplar tal ação
não sabemos quem ficará debaixo dos fios sendo queimado
até virar carvão. Tudo isso por falta de cuidado para
sobrar dinheiro para consumismo ganante de aproveitar-se o
máximo
dos materiais ali investidos não importa se há riscos
de vida. Nesta hora tem sempre uma autoridade que exclama: - “Quem
passar por ali se cuide”. Colocaremos uma placa CUIDADO
PERIGO.
Assim,
morrem pessoas que caem das pontes, por falta de cuidados, carros
viram na estrada por buracos com quase 10 metros de distância,
aviões derrapam nas pistas por falta de drenagem de
distância
que permita o piloto cometer erros ou equipamentos, e assim por
diante ... Tudo para economizar em detrimento da segurança do
cidadão. Para gastar em obras onde a pobreza não é
considerada, onde o luxo, o poder e o dinheiro são para poucos
que nem sabem o que é viver sobre o risco de vida como os
aviadores. Que não sabe se um esperto mecânico para
economizar e agradar o seu patrão de “um motor não
fez dois” (ditado popular, mas de grande sabedoria).
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Vocações
Clericais e Religiosas
6=Muito
fácil dizer que as vocações Clericais e
Religiosas estão em crise e provar com várias e etc...
Mas por quê?
Comentário:
Os moderninhos da Igreja proliferam as tais de “pastorais” que é
indiscutível seus méritos e sua importância na
Igreja. Todavia seu abuso foi de acrescentar pastorais de todo o tipo
e modo desde a caixinha de fósforo, bolinha de gude até
as prostitutas isto passou a ser um abuso.
Mas, o
que tem a ver as vocações Clericais e Religiosas com
as pastorais?
O
problema está em saber quais são realmente as pastorais
importantes? Qual é a finalidade da Igreja? Quais são
seus objetivos? Para que existe? Muitas perguntas para uma só
resposta. .... Deus.
Imaginem
em um país, com alta tecnologia de ponta na área
farmacêutica com diversos remédios parar curar o corpo
e todas as enfermidades, mas se não tiver um médico que
sabe administrá-los a seus pacientes de que servirá toda
a tecnologia?
Assim, de
modo análogo são as pastorais de diversos tipos, mas,
... qual é a mais importante? O Remédio ou o
Médico?
Muitos responderão que é a união de ambas.
Agora
onde estão as Pastorais vocacionais?
A
Pastoral Vocacional é a ação da Igreja na qual
devem ser investidos todos os esforços. Uma
vocação
não nasce de um dia para o outro, mas é fruto de um
intenso trabalho união entre Seculares e Religiosos para o
bem... o bem da Igreja Apostólica Romana e não para si,
como vimos em alguns casos onde seminário cheio é
titulo para o Bispo Congregação cheia titulo para o
superior.
Títulos
não podem ser contados por números de pessoas e sim,
pela qualidade da Ação Pastoral para a Igreja. O
Espírito Santo não trabalha para promoção
de pessoas, mas da Igreja, é Ele quem desperta as
vocações,
unido ao trabalho do homem que deve aglutinar as forças,
clericais, religiosas e leigas para o trabalho das
vocações.
A vida
Religiosa não é só uma ação, mas
um mistério, que não acaba com um sim. A
vocação
sacerdotal continua a se descobrir na Eterna Pastoral Vocacional de
si, envolvido no Espírito Santo. Essa é a Pastoral mais
importante!
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